“Manotas Musicais” é um espetáculo que conduz o espectador numa jornada recheada de humor, diversão, descontração e surpresas.
Afinal, quando os palhaços Benedita Jacarandá e Sabonete resolvem que são músicos clássicos – ou melhor, maestros –, e a orquestra é você, o resultado só poderia ser uma “manota” musical. Ah, sem contar a bandinha contratada por eles. A Socorro, a Conselhos e o Alfinete foram chamados para acompanhá-los na orquestra, e na verdade, acabam ajudando e muito, só que nas trapalhadas.
Com um repertório eclético, jogos musicais e gags tradicionais de palhaço transformadas em novos números, Benedita e Sabonete conduzem o espetáculo a um momento surpreendente: o público, sob a regência dos apresentadores, se transforma numa grande orquestra musical – uma experiência rica e arriscada, renovada a cada dia.

Tiago Andrade Mafra iniciou os estudos em palhaço e se formou no curso profissionalizante da Spasso Escola Popular de Circo em 1998, e desde o mesmo ano, integra o Grupo Trampulim, onde atuou em cinco espetáculos e vários números, ora como ator e palhaço, ora como diretor.
Em sua formação, estudou com palhaços de todo o mundo como Sue Morrison, Leris Colombaioni, Tortell Poltrona, Leo Bassi, Jango Edwards, Adelvane Néia, Esio Magalhães e Fernando Escrich, entre outros.
Em 2005, fez sua primeira turnê internacional apresentando-se e ministrando oficinas em alguns festivais em Toronto (Canadá).
Em 2007, concebeu e realizou o ÍMPETO – Invasão Mundial de Palhaços e Todos os Outros, mesmo ano em que passou a integrar o programa Doutores da Alegria e ministrar, juntamente com Adriana Morales, a oficina “O Jogo do Palhaço”.
Em 2009 foi indicado ao prêmio SESC-SATED na categoria “Melhor Ator Infantil” e recebeu o Prêmio USIMINAS-SINPARC na mesma categoria.
Tiago possui formação musical eclética, com pesquisas sobre a música tradicional do oeste africano e o Maracatu Pernambucano, além do estudo do solfejo e do clarinete na Fundação de Educação Artística. Foi integrante da banda percussiva Elefante Groove, com a qual gravou o CD “Com Vida”; integrou a Nação de Maracatu Estrela Brilhante do Recife, os baques de maracatu Trovão das Minas (BH) e Nunca Antes (Toronto/CA).

Formada em Jornalismo, em 1998, pela PUC-Minas, Adriana Morales entrou para o curso de circo na Spasso Escola Popular de Circo e, desde o mesmo ano, integra o Grupo Trampulim, onde participou dos espetáculos: Oraprocircus, A Ponte, Cordão do Riso, Uma Surpresa para Benedita, Pratubatê, Labirinto e Manotas Musicais. Além dos espetáculos, coordena a pesquisa artística “O Jogo do Palhaço”.
Durante sua trajetória, estudou com mestres de todo mundo em diversos cursos voltados para o estudo da linguagem do palhaço e da comicidade.
Em 2005, fez sua primeira turnê internacional, apresentando-se em alguns festivais em Toronto (Canadá).
Adriana Morales também concebeu e realizou o ÍMPETO, festival realizado em 2007 pelo Grupo Trampulim que reuniu centenas de artistas nacionais e internacionais em um mês de oficinas, apresentações, cabarés, bate-papos e invasões de palhaços por BH.
Paralelamente ao trabalho do circo, a música em sua diversidade teórica e rítmica sempre foi pauta de estudo, prática e experimentação. Adriana estudou Canto Lírico com Neide Ziviane, fez musicalização e violoncelo na Fundação de Educação Artística e integrou bandas como “Elefante Groove”, o Grupo de percussão “Trovão das Minas” e o Grupo Musical “As Morales”.
Em 2009, recebeu os dois prêmios mais expressivos das Artes Cênicas de Minas Gerais: os Prêmios SESC-SATED e USIMINAS-SINPARC, na categoria "Melhor Atriz Infantil".

Em 2006, Rafael Protzner iniciou seus estudos artísticos no Teatro Universitário (T.U.) e hoje, trabalha com diversas companhias de artes cênicas de Belo Horizonte, entre elas a “Excêntrica Cia. de Teatro”, a “TRUPE.DE. RISCO” e a “Trupe Maria Cutia”.
Como ator/improvisador, atuou no 2º Campeonato Carioca de Improvisação (Teatro-Esporte) e pela Liga Profissional de Improvisação-MG (LPI-BH), no espetáculo “Match de Improvisação”.
Também participou como palhaço convidado do 1º Menor Festival de Palhaços Mineiros do Mundo – Doutores da Alegria/BH.
Em sua formação como palhaço, estudou com grandes nomes da área, dentre eles, Ésio Magalhães e Jesus Díaz.
Atualmente, é ator, diretor e oficineiro da “Trupe a Torto e a Direito”, no Programa Polos de Cidadania; professor de Teatro para crianças, e integra o elenco do espetáculo Manotas Musicais do Grupo Trampulim.

Interessada pelo mundo do audiovisual, Milagros Vazquez iniciou seus estudos artísticos na Escola de Cinema de Buenos Aires (Argentina). Realizou diversos estágios e cursos de engenharia de áudio adquirindo uma vasta experiência, especialmente em cinema documentário, e consolidou uma parceria reconhecida internacionalmente com o documentarista Rodrigo Vazquez.
Desta parceria nasceu o filme “Child Miners”, ganhador de cinco prêmios, entre eles, o “Grande Prêmio do Festival de Direitos Humanos de Montreal”. Quando chegou ao Brasil, em 2001, para estudar música, conheceu em Belo Horizonte o Espaço Cultural Gonguê, a antiga sede do Grupo Trampulim e do grupo musical “Trovão das Minas”. Lá iniciou seus estudos de percussão e os aprofundou com outros grandes nomes da área.
Em 2005, começou a participar das ações artísticas do Grupo Trampulim e hoje é mais uma integrante do Grupo. Milagros dedica-se à linguagem do palhaço e à música, além de outros empreendimentos artísticos, como a criação de áudios para sites, podcasts e trilhas sonoras para espetáculos de artes cênicas.

Formada pela Spasso Escola Popular de Circo, em 2003, Poliana Tuchia especializou-se nas técnicas de acrobacia aérea e, desde o mesmo ano, é parceira do Grupo Trampulim, atuando nos espetáculos “Oraprocircus” e “O Cordão do Riso” (2003 a 2005).
No ano de 2006, participou como pesquisadora do projeto “Sem os Pés no chão” da Cia. Suspensa, e concebeu a pesquisa-espetáculo “Labirinto”, em parceria com o Grupo Trampulim.
Poliana aprofundou seus estudos artísticos com nomes como: Giovanne Aguiar, Sue Morrison e “Farm in the cave”.
Em 2008, concluiu o Curso de Bacharel em Teatro com Habilitação em Interpretação Teatral pela UFMG, com a pesquisa de iniciação científica intitulada: "A improvisação como recurso criativo nos aparelhos aéreos – improvis (ar)".
Além das atividades circenses, desenvolve, desde 1999, estudos práticos sobre a música regional pernambucana, como o maracatu e o coco, atuando no grupo de percussão “Trovão das Minas” e no grupo musical “As Morales”.
Atualmente, integra o elenco dos espetáculos “Manotas Musicais” e “Pratubatê”, e a equipe de produção do Grupo Trampulim.

Graduada em Publicidade e Propaganda pela PUC-Minas, Barbara Amaral possui curso técnico em Artes Cênicas e Arte Educação, pela Fundação Clóvis Salgado, e trabalha como produtora executiva, tendo participado de diversos projetos.
Atuou como assistente de produção do Instituto BDMG Cultural e dos projetos “Jovem Instrumentista” e “Viva a Praça”. No teatro, produziu os espetáculos “Cem Mil Derradeiros Instantes”, dirigido por Marcelo Bones, e ”Match de Improvisação” e “Sobre Nós”, ambos dirigidos por Mariana Muniz. Produziu os músicos Tchilli Rodriguez e Alejandro Lopez.
Há três anos, integra a Liga Profissional de Improvisação (LPI-BH). Em 2008, foi responsável pelo FIMPRO – 1º Festival de Improvisação de Belo Horizonte e, atualmente, é responsável pela produção executiva do Grupo Trampulim.

Formada pelo Curso de Formação de Atores (Teatro Universitário – UFMG), em 2005, e Licenciada pela Faculdade de Teatro da Escola de Belas Artes – UFMG, em 2006, Marina Pinto atuou e trabalhou na produção do espetáculo “Na Colônia Penal”, dirigido por Glicério Rosário, e também atuou no espetáculo “Boca de Ouro”, dirigido por Mônica Ribeiro.
Na Universidade, durante as aulas de expressão vocal, se interessou pelo trabalho com a voz e estreitou seus laços com a música. Foi vocalista da banda Clã do Jabuti, de 2003 a 2006, e do projeto Esse Samba é de Moça, ao lado da cantora Janaína Moreno, em 2008. Em seu processo de pesquisa, vem estudando com Rubner Abreu, “Farm in the cave” e Paulo Henrique Campos, dentre outros.
Trabalhou como produtora de eventos, de 2007 a 2009, e fez assistência de produção da oficina do “Tortell Poltrona na Circulação”, do Festival Mundial de Circo, em 2008. Hoje trabalha como assistente de produção do Grupo Trampulim e tem um trabalho solo com o guitarrista e violonista João Antunes, o violonista Luis Gabriel e a percussionista Flora Lopes.

Bacharel em Ciências Econômicas pela Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG, possui experiência profissional nas áreas de planejamento financeiro, acompanhamento e prestação de contas de projetos de Leis de Incentivo à Cultura.
Maria Alice cuida do departamento financeiro do Grupo Trampulim, desde 2007, executando as atividades de contabilidade, controle de impostos, controle bancário, administração dos recursos e atendimento a clientes e fornecedores.

Graduada pela Faculdade Mineira de Direito da PUC-Minas, é advogada inscrita na OAB-MG, sob n°. 109.815.
Especialista em Direito Ambiental pela Universidade Gama Filho do Rio de Janeiro, Maria Carolina hoje realiza trabalhos na área cultural – elaboração, acompanhamento jurídico e gestão de projetos, tendo participado de diversos cursos, seminários e palestras.
É também professora titular da cadeira de Políticas Públicas de Cultura: Federação e Estado, no curso de Pós-Graduação em Gestão Cultural e Patrimônio Histórico da UNILESTE.
Totalmente absorvida por temas da área cultural, é responsável pelo Setor Jurídico e Projetos do Grupo Trampulim.