Criado em 2002, narra a chegada de uma trupe de palhaços a um lugar e, diante do público, montam um picadeiro e dão início às trapalhadas.
Em 2002, o Grupo Trampulim se uniu à banda Falcatrua para criar este espetáculo. Com repertório extenso, executado por músicos e atores circenses, o show-espetáculo apresenta uma proposta cênico-musical inovadora.
Criado em 2001, o espetáculo inspirado no conto "A Sala nº 6", de Anton Tchekov, é uma crítica dura à desigualdade social com fortes elementos musicais e teatrais. Uma estrutura metálica com base triangular que sustenta uma viga – ponte móvel – abriga a maior parte da movimentação dos atores.
Criado em 1999, o espetáculo utiliza a diversidade de manifestações religiosas e o sincretismo como eixo conceitual, estabelecendo um espaço místico particular como meio de celebrar a arte do circo.
Os vários números circenses têm como elo os seres mágicos que fazem parte das tradições de lendas, da literatura e dos mitos de várias culturas como seres da floresta, anjos e demônios. Trapézio, trampolim, cordas e cama-elástica – a estrutura do circo – servem de elementos alusivos ao universo fantástico.
Criado em 1997, é uma homenagem de dois palhaços ao centenário de Belo Horizonte. O espetáculo gira em torno da preparação de um bolo muito atrapalhado e a desordem começa na receita: ao invés de chocolate, baunilha ou morango, o sabor é “tomate”.
Espetáculo de 1996 com a atuação de 13 palhaços. A partir das tradições do folclore brasileiro, a trupe apresenta um espetáculo itinerante, onde corneteiro de perna de pau, baianas com saias de retalhos, madrinha da bateria de saia balonê e comissão de frente com acrobatas fazem a união entre música e artes cênicas.
Criado em 1995, o espetáculo conta a história de duas meninas que sonham em fazer contato com seres de outro planeta. Ao acordarem, são surpreendidas por personagens de um filme e seres estranhos que fazem acrobacias e piruetas.
Criado em 1994, foi o primeiro espetáculo do Grupo Trampulim e conta a história de dois palhaços, Trampe e Polino. Com estrutura cênica baseada no circo popular e mambembe, os personagens viajam carregando um baú de onde tiram uma parafernália de surpresas e truques.